
Estranho como de uma hora para outra alguém resolve passar da descrição convicta para a exposição deliberada. Essa prática peseudointelectual sempre me pareceu bem mais uma forma egocêntrica de atribuir um lugar privilegiado de fala a um indivíduo qualquer que propriamente um espaço reservado ao exercício da escrita confessória. Mas como hábitos excêntricos me soam favoravelmente, resolvi dar asas ao imaginário eletrônico e me comprometer com esse novo desafio de expor a la vonté o que me ocorrer de válido para partilhar. Aliás, atividade que poupa os ouvidos alheios. Não sei precisar o que motivou a criação do blog, ou que combinação de fatores culminou na minha entrada no google à procura de informações sobre como fazê-lo, mas estou curtindo bastante a idéia de me fazer entender um pouco além das aparências. Tenho mesmo sentido certa urgência em mudar a rotina.
Bem, sem delongas, depois de um dia produtivo de conversa com minha querida orientadora e da inclusão de um curioso neologismo ao meu vocabulário, nascido da reunião casual de pessoas queridas no calçadão do Iacs, onde nos ativemos a identificar que tipo de criaturas mais se adequariam ao termo “robustosas” (e vale dizer: foram poucas), novamente estou aqui, frente ao meu computador recém conectado à rede, para prosear um pouco. Ah, sobre o título do blog, nada me ocorreu de mais adequado que a célebre frase da minha sobrinha de seis anos tirando onda com minha cara: “Sua Carlota!”.
Bem, sem delongas, depois de um dia produtivo de conversa com minha querida orientadora e da inclusão de um curioso neologismo ao meu vocabulário, nascido da reunião casual de pessoas queridas no calçadão do Iacs, onde nos ativemos a identificar que tipo de criaturas mais se adequariam ao termo “robustosas” (e vale dizer: foram poucas), novamente estou aqui, frente ao meu computador recém conectado à rede, para prosear um pouco. Ah, sobre o título do blog, nada me ocorreu de mais adequado que a célebre frase da minha sobrinha de seis anos tirando onda com minha cara: “Sua Carlota!”.
Sejam bem vindos!
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